É o Projeto Belo Horizonte 2013, uai!

 

 
Ano passado quando eu conheci o alfa no Retiro do Alfa e Ômega Rio, não imaginei que em menos de um ano depois eu estaria em um Projeto Missionário do Alfa e Ômega. Embora tenha desejado participar desde que soube que existia, não me achava apta a fazer parte disso e, mesmo que fosse, não tinha o dinheiro necessário. Acontece que Deus faz as coisas de maneira que nos surpreende e então, em janeiro/2013, lá estava eu em Belo Horizonteconversando com gente que eu não conhecia sobre aquilo que é mais importante na minha vida.
 
Sendo bastante sincera, enquanto eu estava na rodoviária antes de ir pra BH eu pensava “Caramba como é que eu vou fazer isso?”. Um mês exposta a reações diversas – afinal, as pessoas poderiam ter qualquer atitude quando uma doida viesse falar de Deus pra elas. Mas sabe o que eu descobri? Que existe uma espera, um anseio comum de que alguém conte algo novo, traga uma boa notícia, e essa boa notícia é o Evangelho.
 
Se eu pudesse teria ficado mais um mês lá, porque me apertou o coração deixar em Minas todas as pessoas que disseram “Sim, eu me arrependo e quero Cristo como meu Senhor e Salvador”.  O que me consola é saber que Deus está cuidando de cada um, pois em alguns casos eu pude ver claramente que Deus já agia em seus corações e encontrá-los foi só mais um fato dentre outros acontecidos que os atraía ao Pai.
 
 
Encontramos cristãos, pessoas que já atuavam na UFMG antes de nós, e foi ótimo descobrir que existiam 13 grupos que se reuniam semanalmente pra falar de Deus na universidade. Saímos pra evangelizar com parte destes e também com os cristãos que conhecemos nas igrejas locais. Foi um tempo muito bom em que pudemos multiplicar aquilo que aprendemos. 
 
Além de ouvir e viver várias histórias de evangelismo que foram experiências maravilhosas, do que eu mais senti saudade ao chegar no Rio foram as reuniões de oração e as reuniões de Pequeno Grupo. Esses eram os momentos em que eu mais tinha consciência de que aquela também era a minha família em Cristo e me sentia totalmente à vontade junto da minha família.  
 
Agora aqui no Rio o sentimento que ficou é de não deixar o projeto acabar; é continuar o projeto onde quer que eu esteja; é não esperar por oportunidades pra falar do amor de Deus. É criar essas oportunidades, é ser a oportunidade, jamais esquecendo o motivo: glorificar o Criador, que nos amou primeiro. Graças a Ele hoje podemos amar outros.
 
 
 
Por Ana Almeida (Desenho Industrial – UERJ)
Este texto foi feito anteriormente à mudança de nome, de Movimento Estudantil Alfa e Ômega para Cru Campus, realizada em 2017.

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