Dia 28. Sincretismo

         Estava evangelizando numa universidade quando encontrei um rapaz que me ouviu atentamente, entendeu o Plano de Salvação e decidiu aceitar Jesus como seu Salvador. Parecia alguém pronto a receber o evangelho. No fim da conversa, o rapaz disse que era budista e que sua filosofia de vida o permitia seguir variadas religiões. Inicialmente, fiquei[…]

Dia 27. Frutos

“Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?” (Mateus 7:16)          Ao longo desses oito anos de envolvimento com Cru Campus, pude me identificar com muitas pessoas em uma questão: tenho dificuldade de evangelizar parentes e amigos próximos. Eles conhecem meus “podres”, meus pecados, minhas dificuldades emocionais… Como é difícil! Quando[…]

Dia 25. Diálogo

         Quem nunca sentiu obrigação de “ganhar o debate” durante o evangelismo? Quem nunca fez questão de ter a última palavra contra os “pecadores”? Afinal, somos os detentores da Verdade, não é? Essas questões moldaram por muito tempo a forma como encarava o evangelismo e geravam ações desconectadas do modelo de proclamação que Jesus apresenta.[…]

Dia 24. Minhas legítimas preocupações…

         Quando era criança eu tinha muitas preocupações: que brinquedo ganharia no aniversário, a continuação do meu desenho preferido, se tiraria as rodinhas da bicicletinha, e por aí vai.            Quando me tornei adolescente, as preocupações mudaram, mas ainda eram importantes para mim: Seria aceito nos novos grupos sociais? Conseguiria comprar a roupa que[…]

Dia 22. O Coração do Perdão

         Lembro, quando criança, que aprendi a frase “devemos perdoar aos que nos ofendem”. Minha compreensão naquele momento era muito simples. Ofender se tratava de falar mal de alguém, fazer fofoca ou incomodar alguém. Quando cresci, descobri que ofender significava muito mais: tratava-se de pecar contra alguém. Assim, entendi que os seres[…]

Dia 19. Jejum: Passar fome?

“Quando jejuares […]” (Mateus 6:17)          Muitas abordagens sobre o jejum me fazem questionar onde foi parar a graça. Ele é visto como moeda de troca celeste − para obter bênçãos, é preciso pagar o preço − e também como chantagem espiritual − “Deus, enquanto você não fizer o que eu quero, não comerei”.         […]