Dia 30. O Mestre por trás do sermão

         Na faculdade, eu tive uma professora de cálculo que não era, digamos assim, muito comprometida. Ela não queria dar aula para gente, mas era uma obrigação por conta da pós-graduação que fazia. Era perceptível que ela não se preparava para as aulas e, muitas vezes, ao corrigir os exercícios, a sensação era a de que ela estava fazendo aquilo pela primeira vez.
 
         Acho que nem preciso dizer o quanto isso era desmotivador, não é? Ninguém a levava a sério. Muitos assistiam a aulas em outras turmas, e vários trancaram a matéria.
 
         Eu imagino os mestres da lei um pouco dessa forma. Pessoas que tinham um conteúdo pronto para ensinar. Algo replicado e nem sempre vivido.
 
         Jesus era diferente. Ele viveu tudo o que ensinou. Ele falava do que experimentava. A autoridade de Jesus vinha de Sua própria vida, vinha da Sua relação direta com o Pai. O poder de Deus era percebido em Jesus, e isso levava as pessoas a se maravilhar com o que Ele dizia.
 
 
         Hoje terminamos um ciclo de 30 dias. Com certeza, você aprendeu muito e tem em seu coração o desejo de viver tudo isso que Jesus fala no sermão do monte. Mas lembre-se: nada disso é possível se não fluir do seu relacionamento com Deus!
 
Separe um tempo para orar e refletir:
•       Qual verdade mais marcou você ao longo desse devocionário? Que ações serão necessárias agora?
 
•       Como você pretende continuar aproximando-se de Jesus, parar e ouvi-lo nos próximos dias?
 

 

“Quando Jesus acabou de dizer essas coisas, as multidões estavam maravilhadas com o seu ensino, porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei.” (Mateus 7:28, 29)
 
 
Juliana Pimenta é formada em Matemática pela UERJ e atua como missionária da Cru Campus

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